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Amnistia Internacional exige respeito ao direito de protestos em Luanda

A Amnistia Internacional lembra que as autoridades angolanas devem respeitar os direitos dos manifestantes em Luanda durante a manifestação prevista para 22 de junho...
HomeNOTÍCIASSOCIEDADEParte do cemitério do Benfica vendida aos Muçulmanos ?

Parte do cemitério do Benfica vendida aos Muçulmanos ?

COMUNIDADE ISLÂMICA DE ANGOLA INDIGNADO COM ALGUNS PORTAIS DIGITAIS

Conselho Islâmico de Angola (CONSIA), manifesta – se indignado com alguns portais digitais de Angola, com maior incidência para o de NA MIRA DO CRIME e torna – se público em comunicado de Imprensa que repudia com intensidade a divulgação de noticia com o título, “parte do cemitério do Benfica vendida aos muçulmanos que ditam as regras e impõe a sua vontade.

By : André Mavungo

De acordo com a nota que aponta tratar – se de uma redacção carregado de laivos, associada a uma noticia de racista e preconceituoso, assinado por Jornalista Kiamukula Kanuma, o Conselho Islâmico de Angola (CONSIA), refere que o serviço público levado a cabo pelo NA MIRADO CRIME, está desprovido de serenidade e compromisso com o Jornalismo Angolano cuja função social passaria por um serviço de informar com verdade evitando o uso de veículo para propagar falsidade para incitar o ódio contra determinadas pessoas.

Parente estes factos que congreguem conflitos e ódio entre povos, lê – se no comunicado, o Conselho Islâmico de Angola, esclarece que o NA MIRA DO CRIME, tornou publico igualmente, a 29 de Novembro de 2022, um artigo com o título, “grupo dar al – handash “,apoia Muçulmanos em via de criar partido politico em Angola, um artigo assinado por Jornalista Mbinda Dikoza, o que no entender da Comunidade Islâmica de Angola, são informações graves que atentam contra o Islamismo no país e criar um ambiente de relações amarga com autoridades Angolanas ao qual os muçulmanos estariam centrados na criação de um força politica “numa espécie de quartel general Islâmico” visando tirar proveitos sócio-económicos.

O comunicado desmente igualmente falsas narrativas de um comentador que manteve-se no anonimato, que faz menção sobre os muçulmanos que pretendem manter o controlo da economia do país e empregarem filhos na Policia Nacional e forças Armadas com pagamento em dinheiro para ascenderem cargos de relevância por objectivo de transformar Angola num correr de terrorismo.

Para além de se considerar caluniosas e graves tais declarações, o Conselho Islâmico de Angola assegura que são susceptíveis de promover o ódio contra o Islão e aos Muçulmanos Angolanos e residentes no País, um atentado contra a tranquilidade pública, pelo que apela à toda Comunidade Muçulmano e sociedade em geral, a não se deixar agitar por essa e outras praticas maliciosamente e enganosas que tem por finalidade de promover o ódio e a intolerância.

Quanto à questão do Cemitério, a nota refere que o aludido terreno existe e foi solicitado para a realização de actos fúnebres destinados para os fieis muçulmanos nacionais e estrangeiros pelo que não haja segregarão baseada na nacionalidade como Na MIRA DO CRIME faz destaque. Ainda assim, a nota explica que as autoridades do Governo de Luanda através do Gabinete de Comunicadão Social desmentir a noticia do referido Jornal considerando totalmente falsa esclarecendo que a titularidade do referido espaço pertence ao Governo local e não há qualquer tipo de transação financeira de venda ou compra de espaço.