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Amnistia Internacional exige respeito ao direito de protestos em Luanda

A Amnistia Internacional lembra que as autoridades angolanas devem respeitar os direitos dos manifestantes em Luanda durante a manifestação prevista para 22 de junho...
HomeNOTÍCIASSOCIEDADEPor decisão tomada pelas três centrais sindicais como protesto contra a falta...

Por decisão tomada pelas três centrais sindicais como protesto contra a falta de resposta do Governo “Angola, os trabalhadores não saem às ruas no dia 1º de Maio”

Este ano, os trabalhadores angolanos não saem às ruas no dia 1º de Maio. A decisão é das três centrais sindicais e foi tomada em protesto contra a falta de resposta do Governo às reivindicações apresentadas pelos sindicatos.

Fonte: NJ

Oporta-voz das centrais sindicais, Teixeira Cândido, diz que a data servirá de reflexão, numa decisão unânime da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos- Central Sindical (UNTA-CS), Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA) e a Força Sindical Angolana (FSA-CS).

As centrais sindicais terminaram esta terça-feira a segunda fase de uma greve geral interpolada (a primeira decorreu entre os dias 20 e 22 de Março). Está prevista outra paragem, esta de 11 dias, entre 3 e 14 de Junho.

As centrais sindicais começaram por exigir o aumento do salário mínimo dos actuais 32.000 kwanzas para 245.000 kwanzas, proposta que baixou entretanto para os 100.000 kwanzas, redução do Imposto sobre o Rendimento de Trabalho para 15% e um representante no conselho de administração do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), requisitos que dizem terem sido recusados pelas autoridades em seis rondas negociais.

As três centrais sindicais exigem, também, o reajuste do salário da Função Pública, na ordem dos 250 por cento, e a redução do Imposto de Rendimento de Trabalho (IRT) em 10 por cento.

O Governo respondeu às reivindicações dos trabalhadores propondo um salário mínimo em função da dimensão da empresa: 48.000 kwanzas para as pequenas empresas, 70.000 kwanzas para médias empresas e 96.000 kwanzas para as grandes empresas, proposta recusada pelos sindicatos.