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Autossuficiência alimentar das Forças Armadas Angolanas conta com apoio técnico do Grupo Carrinho

Empreendimento sob gestão das Forças Armadas Angolanas, que substituem o Fundo Soberano, recebe assistência técnica especializada e meios do Grupo Carrinho numa fazenda bem equipada em infra-estruturas, produção para o salto em direcção à autossuficiência no milho, feijão e trigo.

Unidades militares e complexo industrial da Carrinho contarão com grãos produzidos na província do Bié, caminhada rumo à revolução começando com três mil hectares, pouco mais de 30 por cento da área total.

Daqui a duas semanas, na pior das hipote-ses, arranca a colheita de feijão na fazenda agro-industrial «Embala Umbu», município de Camacupa, província do Bié, agora com uma assessoria que prevê técnicas e uso de fertilizantes para assegurar maior produção agrícola e assegurar técnicas de cultivo para uma produção em alta, principalmente em matéria de grãos, soube o NJ.

Enquanto é preparada a colheita de cinco mil toneladas de feijão, numa parcela de um dren com 1000hactsrac dacermonlon.

Trabalham a terra nesta nova versão da fazenda agro-industrial.

“Já não temos falta de adubos, sementes e assistência técnica”, assinala, sem nunca ter perdido o foco. A meta passa muito por garantir alimentos para as unidades militares do País.

São mais de 70 homens imbuidos nesse Espirito, o de produzir para alimentar a unidade de transformação ali existente.

A fazenda encravada entre montanhas e rios possui 4 silos para o armazenamento de produtos com capacidade para 20 mil toneladas.

O gestor de produção, Mateus Ferreira, explica, no resumo do essencial da assessoria, que está a ser passada a mensagem de como usar o fertilizante nos momentos de plantio.

“Estamos a orientar, a fazer ajustes para melhorar a produção”, sublinha, ao assinalar que o feijão começa a ser colhido em 120 hectares já disponíveis”, disse.

A fazenda tem dez mil hectares, albergando comunidades que possuem pequenas lavras, mas apenas 3 mil são agricultável.

“Este enorme espaço precisa de um trabalho de desmatação. Neste exacto momento, há uma média de mil hectares para cada uma das três culturas eleitas, o feijão, o trigo e o milho, que é a principal”, indica o engenheiro agrónomo.

Já o CEO da Carrinho Agri, David Maciel, reforça que o contrato com as Forças Armadas Angolanas é um desafio que coloca à prova a capacidade do Grupo em termos de produção e revolução agrícola no país.