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PR do Botsuana em Cabo Delgado felicita as suas tropas

Acompanhado pelo ministro da defesa de Moçambique, Cristóvão Chume, o chefe de Estado do Botsuana apelou as suas tropas ao contínuo combate aos grupos terroristas que semeiam o medo e o terror na população da província de Cabo Delgado, desde Outubro de 2017, e em outros países da região.

Não sendo a primeira vez que venho a Cabo Delgado e a Moçambique para dar motivação e expressar a nossa gratidão a todas as mulheres e homens que estão na Missão de Assistência Militar Internacional de Segurança (SAMIM), queremos lembrar-vos que não estão sozinhos nesta missão.

Nós em Botsuana, damos total apoio por que sabemos o quanto vocês trabalham, por isso até ao dia em que executarem a missão; o povo de Botsuana estará convosco. Até regressarem para casa e daí celebraremos a vitória.

“Desde 2021, Moçambique desenvolveu uma capacidade que supera a dos insurgentes”, afirmou Masisi na sua conta oficial na rede social X, acrescentando que a missão da SAMIM “foi formada com base em ideais muito fortes, onde quando um país está sob ataque e precisa de ajuda, outros países são obrigados a oferecer assistência”.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, pediu a 22 de novembro “decisões” sobre a capacidade de resposta das Forças Armadas em Cabo Delgado, nomeadamente com reservistas, tendo em conta a prevista retirada das forças estrangeiras que apoiam no terreno contra os grupos terroristas.

Além da SAMIM e das forças governamentais moçambicanas, combatem a insurgência em Cabo Delgado as tropas do Ruanda, estando estas a operar no perímetro da área de implantação dos projectos de gás natural da bacia do Rovuma.

A missão das tropas do Botsuana em Mocambique termina em Julho de 2024. Entretanto, dados oficiais indicam que os terroristas provocaram em seis anos, mais de 4 mil mortes, um milhão de deslocados e a destruição de importantes infraestructuras sociais e económicas.