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PME defendem reformas para melhorar ambiente de negócios em Moçambique

by Marcelino Gimbi

O Presidente da Associação Moçambicana das Pequenas e Médias Empresas (AMPME), Pedro Silva, defendeu a necessidade de reformas estruturais no ambiente de negócios em Moçambique, considerando fundamental a criação de mecanismos que incentivem o crescimento das startups e das pequenas empresas nacionais.

Falando ontem, na cidade de Maputo, Pedro Silva afirmou que o excesso de burocracia e de fiscalizações sucessivas continua a representar um dos principais entraves ao desenvolvimento do sector empresarial, sobretudo para os pequenos empreendedores que procuram transitar da informalidade para a formalidade.

Segundo o responsável, as empresas enfrentam frequentemente inspeções de diferentes entidades do Estado, incluindo o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), Autoridade Tributária, serviços aduaneiros e instituições ligadas ao licenciamento e fiscalização comercial, situação que, na sua opinião, reduz a capacidade operacional das empresas.

“O sector privado precisa de espaço para trabalhar, produzir e crescer. Muitas vezes as empresas recebem várias inspeções em dias diferentes, o que acaba por comprometer o funcionamento normal das actividades”, afirmou.

Pedro Silva defendeu maior coordenação institucional entre os órgãos de fiscalização, sugerindo a realização de auditorias conjuntas para reduzir o impacto administrativo e operacional sobre as empresas.

O dirigente associativo sublinhou ainda que as preocupações frequentemente apresentadas pelo sector privado não devem ser encaradas como simples reclamações, mas como reflexo das dificuldades reais enfrentadas pelos empresários nacionais.

Na sua visão, a criação de um ambiente regulatório mais equilibrado poderá estimular o investimento privado, aumentar o número de empresas formalizadas e fortalecer a competitividade da economia moçambicana.

“Temos cada vez mais empresas interessadas em sair da informalidade, mas muitas vezes trabalhar legalmente continua a ser um desafio”, acrescentou.

Sector financeiro chamado a impulsionar independência económica

Entretanto, a cidade de Maputo acolheu ontem p, 19 de Maio, um encontro de reflexão estratégica com quadros do sector financeiro, subordinado ao lema “Contribuição do Sector Financeiro para o Alcance da Independência Económica em Moçambique”.

O encontro que foi orientado pelo Primeiro Secretário da FRELIMO na Cidade de Maputo, António Rosário Niquice, e reunirá profissionais da banca, seguros, mercado de capitais e instituições financeiras complementares.

A iniciativa enquadra-se na estratégia de reforço da soberania económica nacional defendida pela FRELIMO e alinhada com as orientações do Presidente do partido, Daniel Francisco Chapo.

Durante o encontro serão debatidos temas relacionados com o papel do sistema financeiro no crescimento económico inclusivo, industrialização, financiamento da economia produtiva, inclusão financeira e promoção do empreendedorismo.

Os organizadores consideram que o sector financeiro tem um papel central na transformação económica do país, particularmente no apoio ao investimento privado, expansão da produção nacional e criação de oportunidades para a juventude.

O evento deverá igualmente servir de plataforma para reforçar a participação dos quadros do sector financeiro na agenda de desenvolvimento económico de Moçambique.

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