Kwanza Norte (06/01/2026) – UNITA no Kwanza Norte,condenou veementemente um caso grave de abuso de poder e violência contra um cidadão, que ocorreu recentemente, no município do Terreiro, pela administradora Maria Inácio, classificando o acto de agressão contra o jovem, como inaceitável num Estado de Direito.
em um o comunicado em o nosso jornal teve acesso, o episódio perpetrado, circulam amplamente nas redes sociais imagens e vídeos que mostram actos de violência praticados contra o jovem Nelson Florindo, alegadamente por ordens da Administradora Municipal do Terreiro, Maria Inácio, na sequência de um desentendimento conjugal.
As imagens geraram forte indignação pública e levantaram sérias preocupações quanto ao uso arbitrário do poder.
Para a senhora Manuela António, mãe da vítima, o jovem teria sido agredido de forma desumana por agentes sob orientação da Administração Municipal, com alegado envolvimento do Comandante Municipal da Polícia Nacional, João Vunge. Para a UNITA, os factos descritos atentam contra a dignidade humana, a legalidade e os princípios fundamentais do Estado de Direito.
O partido critica duramente o silêncio do Governo da Província do Kwanza Norte e a postura do Comando Provincial da Polícia Nacional, considerando-a “inaceitável, cúmplice e politicamente irresponsável”, por entender que a ausência de esclarecimentos públicos contribui para a impunidade e fragiliza a confiança dos cidadãos nas instituições.
No documento, a UNITA sublinha que nenhuma autoridade administrativa ou policial está acima da lei e que o exercício de funções públicas não confere legitimidade para humilhar, agredir ou violar direitos fundamentais.
A UNITA no Kwanza Norte, exige a abertura imediata de um inquérito independente e transparente, a responsabilização criminal e disciplinar de todos os envolvidos, um pronunciamento público urgente das autoridades provinciais e policiais, bem como garantias de protecção e assistência à vítima e à sua família.
No entanto, a UNITA reafirma que não se pode normalizar a violência nem governar pelo medo, reiterando o seu compromisso de permanecer ao lado do povo na defesa da dignidade humana, da justiça e do respeito pela lei. Para o partido, “onde há silêncio institucional, cresce a injustiça; onde há impunidade, não há paz social”.

