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NO CUANZA – NORTE PADDA SILENCIA MPLA E UNITA E CONQUISTA O “PALCO”

Partido para o Desenvolvimento Democrático em Angola – Aliança Patriótica (PADDA), mantém os níveis de conquista de militantes a nível da província do Cuanza – Norte em número que permita atingir um registo político satisfatório, relegando para baixo MPLA e UNITA.

By : Mavungo André Simão

Alexandre Sebastião André, Presidente do PADDA, que esteve em visita de constatação ao Cuanza – Norte, disse que a sua força política tem vindo gradualmente, a dar sinais de conquista de centenas de militantes distanciando – se das principais forças políticas de Angola..

“Estamos a produzir um trabalho voltado para a reestruturação das nossas bases no âmbito das políticas e estratégias do PADDA com vista à disputa do eleitorado de 2027. Na verdade, não me parece que seja difícil à distância – se do MPLA e UNITA, aliás, o registo de ingresso de novos militantes para o Partido, é o nosso compromisso com o cidadão, traduzido na ” fonte de prioridade “, explicou.

O líder do PADDA quer reunir núcleos de militantes nas localidades de Kassessa, Quiçanga, Kafuma, Alto Dondo, Dandje – Ya – Menha, apelou maior engajamento nas tarefas do Partido na esperança de que se possa haver mudanças de paradigma na política em Angola durante a realização das eleições de 2027.

“Sinto-me regozijado pela visita de balanço aos núcleos do Partido. É notável a confiança dos nossos militantes e da população do Cuanza – Norte no geral. Aproveitei a oportunidade para “reanimar a esperança viva e manter os níveis de esperança que de certeza vão transformar Angola durante as próximas eleições “, sensibilizou.

Preocupado com a precariedade social que atravessam os citadinos e munícipes do Cuanza – Norte, com destaque para a falta de água potável, energia eléctrica, serviços de saúde debilitados, estradas, sobretudo as vias terciárias e secundárias dentre vários, Alexandre André, adianta que não há vontade politica e patriótico de quem governa o País em ver resolvidas as necessidades primárias das populações, havendo ou não Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIM).

“O Cuanza – Norte de ontem nos valeu muito para viver e para o crescimento do País. Só para lhe dar um exemplo mais prático do que foi aquela região de Angola com a existência de Satec, produção de tecido, o Vinelo, voltado para a produção de vinho e a famosa Eka, que já não existe lamentavelmente, enfim, uma profunda tristeza para nós ! Com ou sem PIM, Angola regrediu grandemente porque o tal PIM, só veio baralhar o Fundo Soberano e criou novos ricos em substituição dos” ditos Marimbondos”. desabafou.

Questionado sobre o parceiro do PADDA quanto à implementação do poder autárquico, um dos veículos que pode mudar o quadro socioeconómico do País, o politico entende que o comprometimento de uma democracia real em Angola, consubstancia – se na descentralização politica Administrativa que passa necessariamente na implementação das autarquias locais.