Lisboa – O ativista Cláudio de Carvalho, membro ativo da Amnistia Internacional, denunciou publicamente uma série de assassinatos alegadamente cometidos pela Polícia Nacional de Angola, sob ordens superiores do regime liderado pelo MPLA. Segundo o ativista, os atos de violência ocorreram nos dias 28 e 29, em Luanda, e vitimaram civis indefesos em vias públicas.
Em declarações contundentes, Cláudio de Carvalho afirmou: “O MPLA não pode continuar a matar o povo angolano, com fome e com armas de fogo.” Ele também condenou os assassinatos, classificando-os como violações graves dos direitos humanos.
De acordo com Carvalho, relatórios detalhados sobre esses eventos foram enviados à Amnistia Internacional. O ativista destacou que fará questão de entregar pessoalmente o relatório que documenta os massacres ocorridos em território angolano.
“Como membro ativo da Amnistia Internacional, não posso ficar cego perante acontecimentos deste género,” declarou, reforçando a urgência de uma resposta internacional diante das alegadas atrocidades.
A denúncia reacende o debate sobre o uso excessivo da força por parte das autoridades angolanas e levanta preocupações sobre a repressão de liberdades civis no país.

