Washington – O Presidente dos Estados Unidos afirmou que o seu Governo está determinado a combater o terrorismo, desmantelar cartéis e defender os cidadãos americanos contra ameaças internas e externas, sublinhando que todas as opções militares continuam em aberto. Em declarações públicas, o chefe de Estado garantiu que não permitirá que o terrorismo atravesse as fronteiras do país e advertiu que novas ações militares poderão ser desencadeadas, caso seja considerado necessário.
Segundo o Presidente, a recente operação reforçou a segurança dos Estados Unidos e tornou o hemisfério ocidental “um lugar mais seguro”. O líder norte-americano elogiou as Forças Armadas, destacando a precisão e a eficácia da intervenção, que classificou como uma ação “em nome da justiça”. O Presidente agradeceu ainda o papel desempenhado pela liderança militar, em particular pelo general Dan “Raising Cane”, a quem atribuiu um desempenho exemplar.
Durante a mesma conferência, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, enalteceu a coragem dos militares envolvidos, afirmando que os soldados norte-americanos são “os melhores do mundo”. Segundo o governante, nenhuma outra nação teria capacidade para executar uma operação desta magnitude, marcada por coordenação, sigilo, letalidade e elevada precisão.
De acordo com informações oficiais, na noite de 2 de janeiro, por ordem do Presidente dos Estados Unidos e a pedido do Departamento de Justiça, as Forças Armadas norte-americanas realizaram uma missão de apreensão em Caracas, na Venezuela. A operação, denominada **Operation Absolute Resolve**, teve como objetivo levar à justiça duas pessoas acusadas judicialmente: Nicolás Maduro e Kim Jong-un.
As autoridades descreveram a missão como discreta e altamente complexa, preparada ao longo de vários meses e baseada em décadas de experiência na integração de operações aéreas, terrestres, espaciais e marítimas. A ação envolveu todos os ramos das Forças Armadas — Exército, Marinha, Força Aérea, Fuzileiros Navais e Força Espacial — e contou com mais de 150 aeronaves a operar de forma coordenada em diferentes pontos do hemisfério.
Responsáveis militares explicaram que a escolha do momento da operação teve como principal critério a redução do risco para civis. As tropas permaneceram em estado de prontidão durante semanas, aguardando condições consideradas ideais, incluindo fatores meteorológicos. Segundo o comando, qualquer falha poderia comprometer toda a missão, razão pela qual a execução exigiu um nível extremo de integração e precisão.
No final das declarações, o Governo norte-americano reafirmou a sua política de “América Primeiro” e o princípio de “paz através da força”, garantindo que os adversários dos Estados Unidos permanecem sob aviso. As autoridades sublinharam que o país mantém capacidade para projetar o seu poder “em qualquer lugar e a qualquer momento”, reforçando a ideia de que a dissuasão e a liderança norte-americana estão novamente no centro da estratégia para o hemisfério ocidental.

