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Secretário da Defesa dos EUA outra vez hospitalizado depois de polémica sobre a sua conduta

O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, cujas hospitalizações secretas suscitaram polémica, foi novamente internado hoje, anunciou o Pentágono, especificando que desta vez a Casa Branca foi imediatamente notificada.

O chefe do Pentágono, que foi diagnosticado com cancro da próstata e recentemente operado, foi levado para um estabelecimento militar nos arredores de Washington devido ao que parecia ser um problema de bexiga, disse em comunicado o porta-voz do ministério, Pat Ryder.

Austin “foi para o hospital com os sistemas de comunicações confidenciais e não confidenciais necessários ao desempenho das suas funções”, disse Ryder.

Segundo o porta-voz, o adjunto do secretário da Defesa está pronto para assumir as funções de Lloyd Austin, se necessário.

Em 1 de fevereiro, o secretário da Defesa dos Estados Unidos pediu desculpas publicamente pela forma como reagiu após ter sido diagnosticado com cancro da próstata, admitindo que deveria ter comunicado o seu internamento hospitalar.

“Quero ser claro. Não agi corretamente”, admitiu o chefe do Pentágono, perante os meios de comunicação social, numa mensagem em que assumiu “total responsabilidade” pelos seus erros.

Austin explicou que quando recebeu a notícia foi como “um soco no estômago” e que a sua primeira reação foi manter a sua situação no foro privado, embora isso significasse que durante alguns dias nem o Presidente dos EUA, Joe Biden, nem a figura número dois do Departamento de Defesa, Kathleen Hicks, tivessem ficado a par da sua hospitalização.

“A população americana tem o direito de saber se os seus líderes sofrem de problemas de saúde que possam afetar a sua capacidade de realizar o seu trabalho, mesmo que temporariamente”, reconheceu Austin, lembrando também que já está aberta uma investigação interna a esta situação.

Austin prometeu na altura que caso esta situação se repetisse haveria uma notificação imediata.

Austin também aproveitou a oportunidade para dar detalhes sobre os seus problemas médicos, que em dezembro envolveram uma cirurgia pouco invasiva, mas que levou a um novo internamento hospitalar no início de janeiro, levando os médicos a recomendar que ficasse por alguns dias numa unidade de cuidados intensivos.