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O Ministério Público português acusou integrantes do grupo extremista Movimento Armilar Lusitano de terrorismo, após investigações revelarem alegados planos para atacar o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro.
De acordo com a acusação, um dos principais arguidos, identificado como Bruno Gonçalves, ex-agente da PSP e atualmente em prisão preventiva, terá conseguido aceder ilegalmente à morada do chefe do Governo através do sistema

