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MPLA defende medidas para conter impacto da retirada de subsídios aos combustíveis

by REDAÇÃO

O partido no poder em Angola, MPLA, apelou ao Governo para a adoção de políticas públicas eficazes com o objetivo de mitigar os efeitos da retirada gradual da subvenção aos combustíveis, que tem impulsionado uma subida generalizada dos preços no país. A recomendação foi feita esta quarta-feira (17/07) pelo líder parlamentar do partido, Reis Júnior, durante uma declaração política na Assembleia Nacional.

Segundo o dirigente, a conjuntura económica global tem agravado as dificuldades internas, criando “novos desafios à estabilidade económica e social” de Angola. Nesse sentido, defendeu a urgência de estratégias centradas na proteção dos rendimentos das famílias, no controlo da inflação e no acesso aos bens essenciais.

“O momento exige políticas públicas ajustadas à nova realidade, com foco na estabilidade dos preços e no alívio das condições sociais da população”, afirmou.

O presidente do grupo parlamentar do MPLA reforçou ainda o apelo ao Executivo para continuar a implementar medidas de regulação do mercado, de modo a conter a escalada de preços da cesta básica e a garantir o equilíbrio económico, num contexto marcado pelo aumento do custo dos transportes, propinas, tarifas de água e eletricidade.

Em resposta à recente onda de protestos populares, Reis Júnior reiterou o compromisso do MPLA com a paz e a tolerância política. Condenou qualquer forma de violência ou intolerância, sublinhando que o partido “não pactua com atos que atentem contra a convivência pacífica” entre os cidadãos.

O líder parlamentar também rebateu declarações do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, que havia alegado ter recebido do MPLA uma carta recusando o diálogo sobre o pacote legislativo eleitoral. Segundo Reis Júnior, essa afirmação é falsa: “A carta existe, e nela reafirmamos a nossa total disponibilidade para construir consensos”, garantiu.

Sobre outro ponto de controvérsia, Júnior criticou o líder da oposição por sugerir que Angola teria comprado a presidência rotativa da União Africana, atualmente ocupada pelo Presidente João Lourenço. O deputado considerou tal declaração um desrespeito às instituições africanas e um sinal de desconhecimento sobre o funcionamento da UA.

Os protestos contra os aumentos, que ocorreram recentemente em várias províncias, têm sido reprimidos pelas forças de segurança. Entretanto, novas manifestações estão previstas para os próximos dias, impulsionadas pelo descontentamento da população com o aumento do custo de vida.

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