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HomeÁFRICA"Operação limitada" em curso: Israel inicia retirada de civis de Rafah

“Operação limitada” em curso: Israel inicia retirada de civis de Rafah

Sete meses depois do início da ofensiva contra o Hamas, Israel diz que Rafah abriga milhares de combatentes do grupo islâmico e que a vitória é impossível sem tomar a cidade.

O exército de Israel está a pedir aos palestinianos para abandonarem a zona oriental da cidade de Rafah, no sul de Gaza. As forças de defesa israelitas apelam aos cidadãos que se desloquem para abrigos humanitários próximos de Khan Younis.

No que parece ser o início de uma retirada de civis antes de um ataque terrestre, os militares israelitas apelam aos palestinianos das zonas orientais de Rafah para se deslocarem para uma “zona humanitária”, em Khan Younis e Al-Mawasi, a cerca de 10 quilómetros de Rafah.

De acordo com a agência Reuters, Israel também já procedeu à evacuação de várias zonas periféricas da cidade.

As forças israelitas estão a utilizar, escreve a mesma fonte, cartazes, mensagens de texto, chamadas telefónicas e anúncios nos meios de comunicação social para “encorajar o movimento gradual dos civis nas áreas especificadas”.

Israel fala em operação temporária

O exército israelita garantiu que a operação de retirada dos habitantes da parte oriental da cidade de Rafah, é temporária e “de âmbito limitado”.

“Iniciámos uma operação de escala limitada para retirar temporariamente as pessoas que vivem na parte oriental de Rafah”, informa um porta-voz do exército durante uma conferência de imprensa, repetindo:

“Esta é uma operação de escala limitada”.

Questionado sobre o número de pessoas afetadas, o porta-voz disse que “a estimativa é de cerca de 100 mil pessoas (…) por enquanto”.

“Este plano de evacuação foi concebido para manter os civis fora de perigo”, disse o porta-voz do exército, “o objetivo é lutar contra o Hamas, não contra o povo de Gaza. É por isso que estamos a proceder a esta evacuação temporária específica”.

A Organização das Nações Unidas estimou que cerca de 1,2 milhões de pessoas, a maior parte delas deslocadas pelos combates, estão em Rafah, contra a qual Israel insiste há meses que tenciona levar a cabo uma ofensiva militar de grande envergadura.

Com Lusa