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Irregularidades dos documentos colocam fora do sistema 157 pensionistas da província do Cunene

Mais de cento e cinquenta pensionistas do Cunene não foram incorporados no sistema de pagamento por alegadas irregularidades dos documentos. By: Dino Manuel Os dados foram...
HomeNOTÍCIASMirex desmente contactos com Reino Unido para acolher imigrantes ilegais

Mirex desmente contactos com Reino Unido para acolher imigrantes ilegais

O Ministério das Relações Exteriores de Angola negou hoje que estejam a ser realizados contactos com o Governo britânico no sentido de acolher imigrantes ilegais. 

O desmentido, feito através de um comunicado, um dia depois do Governo cabo-verdiano se ter pronunciado no mesmo sentido, surge na sequência de notícias na imprensa britânica que davam conta de que os dois países lusófonos estariam na lista de países com os quais o Governo do Reino Unido pondera negociar o acolhimento de imigrantes ilegais repatriados das ilhas britânicas.

“O Ministério das Relações Exteriores vem por este meio informar a opinião pública nacional e internacional, que as referidas informações não correspondem à realidade e que o Executivo angolano desmente qualquer contacto com o Governo Britânico neste sentido”, lê-se na nota de imprensa.

A reação surgiu depois de o jornal britânico The Times ter noticiado, na segunda-feira, que Cabo Verde e Angola estarão numa lista de países que poderão ser abordados pelo Reino Unidos, caso falhem as negociações com outros países (como a Costa Rica, Arménia, Costa do Marfim e Botswana) para o envio de migrantes, segundo documentos oficiais obtidos através de uma fuga de informação.

A proposta de lei do Governo britânico para deportar imigrantes ilegais para o Ruanda voltou à Câmara dos Comuns para nova série de debates e votações a emendas aprovadas na Câmara dos Lordes.

A proposta de lei é considerada essencial pelo primeiro-ministro, Rishi Sunak, para dissuadir migrantes que atravessam o Canal da Mancha em pequenas embarcações como barcos insufláveis.

Sunak espera que os primeiros voos de deportação partam para o Ruanda ainda na primavera, obtendo assim um argumento de campanha para tentar ganhar as próximas eleições legislativas.