Angola vai completar no próximo sábado, 04 de Abril de 2026, 24 anos dos acordos de paz e reconciliação nacional, assinados a 04 de Abril de 2022 no Luena, entre o Governo de Angola e a UNITA, colocando assim, o fim de um longo período de guerra que oponha às FAA e ex- FALAS, numa altura em que vários extratos sociais com realce para Acadêmicos, Políticos, Entidades religiosas fazem análises e balanços sobre avanços e recuos até a data presente.
By : Jorge Victor/ Mavungo Andé Luanda
Falando ao Diário Independente, à margem das comemorações dos 24 anos de paz efectiva a decorrer no próximo sábado, 04 de Abril, sobre a realidade do ensino escolar ou acadêmico em Angola, Carlinhos Zassala, Professor Catedrático pertencente à Universidade Agostinho Neto (UAN), revelou que o quadro é de grandeza preocupação face à ausência de Angola dos programas de convenção de Arusha de 1981 e declração acadêmica de Quagadogou de 2008 que através da UNESCO estabelece e regula o sistema do ensio escolar, sobretudo para o ensino primário.
“Sim, estamos em pleno 24 anos de paz efectiva ou o calar das hostilidades mas é verdade que o ensino continua a respirar de ( cuidados intensivos ), uma situação de elevada preocupação para toda sociedade Angolana ao saber que o nosso País mantém – se demasidamente fragilizado por recursar – se de participar ou integrar a última conveçãode de Arusha de 1981 e declaração de Quagadogou de 2008, consideradas muito importantes e decisvisas na orientação de programas escolar”, disse.
Professor Catedrático explica que a convenção de Arusha da Tânzania de 1981 e declaração Quagadougou de 2008 no Burkinafaso, respectivamente, são feramentas adoptadas de conhecimentos para facilitar a moblidade acadêmica e profissional entre os Paíse Africanos visando garantir a equivalência de qualificações e promovendo a ccoperação educacional no continente, assim como estabelecer um compromisso entre Países Membros para fortelecer o sistema de qualidade do ensino escolar com o reconhecimento de mérido de diplomas e certificados.
Com um percurso acadêmico de 40 anos aproximdamente, o também bastonário dos psicologos de Angolana sublinha que é urgente a responsablidade de órgão de tutela ultrapassar este os “imbróglios” de ciência e espera que integra nos programas cientificos da UNESCO e alinhar – se ao sistema do ensino dos Países Africanos evoluidos há já muitos anos.
“Caso queiramos que o nosso ensino saia dos (cuiddados intensivos ) e darmos passos importrantes com desputa de ideias recíprocas na ciência com outras nações, associados ao reconhecimento de mérito, seja responsabblidade do Ministério da Educação e do Ensino Superuor a trabalharem seriamente e com serienidade por forma que num curto tempo possível integremos (o espelho brilhante) no Mundo do ensino “, alerta.
Para Carlinhos Zassala, os 24 anos de paz em Angola, ficarram igualmente marcados com excessos de recuos no ensino de aprendizagem associados às debilidades a partir de base, o alicerce para a conquista a consolidação do saber, devido à fraqueza e ausência de fiscalização para qual o inspector não faz vincar nem avaliam os programas e a qualidade dos professores.
“Os 24 anos de paz no que o ensino diz respeito, traduz – se nisto, é também uma das graves falhas e debilidade que temos constatados a nível dos professores do ensino de base. A falta de elaboração de bons programas ou capítulos e ausência do inspector, o actor principal para avaliação e melhoria do ensino no País, quase nada contribua “, esclareceu.
No entanto, o acadêmico que almeja ter uma Angola competente academicamente, insiste em dizer que a solução para melhoria do ensino para os próximos anos no âmbito de paz, num País sem guerra, passa imperativamente pela integração na UNESCO e participação nas convenções ou conferências internacionais que definnam os conteúdos e melhorias do ensino no Mundo.
“Em realidade, almejo ter uma Angola forte e competente capaz de confrontar – se de igual para igual com outras academias mas caso as autioridade deste País obdecçam as normas ou regulamentos concebidas pela UNESCO e a intergração nas conferências internacinais, factores decisivas para melhoria da qualidade do ensino, por forma a que definitivamente sejam sepultados todo os impasses”, finalizou.

