A direcção da empreda Konda Marta deu entrada de duas queixas crime contra o comandante municipal da Camama Alexandre Mingas na polícia Judiciária (PJ) e na Inspecção geral do Ministério do Interior (Minint) em Luanda.
By; Candembe Elisabete
António Mateus, camponés da empresa Konda Marta e conselheiro do gabinete de comunicação e imagem, realça que a perseguição continua por parte dos invasores que dia e noite tiram o sono daquela população que vivem ao relento.
O ancião realça, que altas patentes da Polícia Nacional em conluio com administração municipal da Camama, são os principais invasores das terras pertencente as camposnesas da empresa Konda Marta, e que os mesmo estão a desrespeitar as ordens do tribunal que já cedeu as referidas terras aos seus respectivos e legítimos donos.
“O comandante municipal polícia da Camama Alexandre Mingas e a administradora Claudinete Victária Damião Fragoso, os dois têm feito negócio das nossas terras, com os chineses do grupo H&S e isso nós não vamos permitir”.
O camponés furioso, pede ao governador de Luanda Luís Nunes, que exonere a administradora municipal da Camama, Claudinete Victária Damião Fragoso e que à mande para os confins do mundo, devido os negócios que aquela dirigente está metida, nas vendas dos terrenos que pertencem a Konda Marta.
Para o responsável da comunicação e imagem da referida associação de camponesas, José Eduardo, reitera que no dia 18 de Agosto de 2025, o tribunal cedeu o espaço aos seus legítimos donos.
José Eduardo, acrescenta e acusa, que no mês de Novembro os invasores ameaçaram a juíza da causa, que esforçadamente a meretíssima (por medo) foi obrigada a assinar um outro levantamento à favor aos envasores, mas a história não parou por aí que a direcção da Konda Marta já tivera colocado a acção principal que repousa no tribunal antes de terminar o prazo estabelecido por lei.
“O comandante Mingas aproveitando da farda e da patente que ostenta, vedou dois grandes espaços e ainda ameaça as camposnesas indefesas na calada da noite, as nossas vidas correm perigo e que precisamos o auxílio do senhor Presidente da República”
O director do gabinete de comunicação e imagem, acusa, que no passado feriado dia 4 do corrente mês a administradora da Camama, Claudinete Fragoso,teve reunião com o grupo H&S para acerto das vendas das terras da Konda Marta e que tencionam construir uma outra cidade da China e isso não condiz com a verdade, mas sim a administradora tenciona construir aqui condomínios para comercializar no valor de 40 milhões de kwanzas.
“A polícia é para garantir segurança ao povo, ou para estar a invadir ternos?”
No seu turno, a anciã Madalena de Faria, também funcionária da agremiação de camponesas, lamenta os episódios constantes que tem acontecido com as suas colegas que estão constantemente detidas sem justificação por parte dos agentes da ordem do município da Camama, do mesmo modo desrespeitando as ordens do órgão de Soberania e tudo isso acontece devido restituição de posse que o tribunal passou a empresa Konda Marta.
“A directora adjunta das operações, Joana Magita, encontra-se detida na comarca de Viana e os verdadeiros invasores, compondo a associação de criminosos continua soltos”.
Segundo, o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Konda Marta, Daniel Afonso Neto, que falou em conferência de imprensa, realizada recentemente, na sua agremiação, onde o PCA apresentou um cenário de violações sistemáticas de direitos, onde a Polícia Nacional tem procedido à destruição de habitações arbitrária de camponeses naquele circunscrição no município da Camama.
Aquele dirigente, questionou a forte presença de interesses estrangeiros na gestão do espaço, comparando a situação a um modelo de “colónia.”
“O país está a ser distruido, colonizado celectivamante e ninguém diz nada”.
Por outro lado, Daniel Neto, acrescenta, que o cenário de colocar estrangeiros a construir infraestruturas designada “cidades dos países deles” é uma colónia. “Tudo está a ser entregue aos cidadãos estrangeiros”.
A direcção da Konda Marta, deu entrada de duas queixas crime, contra o comandante municipal da Camama, Alexandre Mingas, onde os mesmos já repousam na Polícia Judiciária (PJ) e na Inspecção do Ministério do Interior.

