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Cumbi Júnior responde a acusações de burla e afirma que processo foi arquivado

by Marcelino Gimbi

Talatona – Um processo-crime envolvendo o cidadão Alfredo Stélvio Neto Cumbi, conhecido como Cumbi Júnior, continua a gerar controvérsia no Município do Talatona, onde as autoridades judiciais enfrentam, desde 2023, dificuldades na conclusão do processo n.º 4051/23/M.ºP.º/TLA. O caso envolve acusações de burla e abuso de confiança apresentadas pelo empresário Jelson de Oliveira.

Segundo documentação consultada, Cumbi Júnior é acusado de ter recebido mais de 30 milhões de kwanzas no âmbito de um alegado esquema relacionado com um financiamento concedido pelo Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA). O referido financiamento, no valor de 40.647.500 kwanzas, destinava-se à implementação de uma unidade de processamento de peixe na província do Namibe.

De acordo com os autos, o arguido terá sido notificado em pelo menos duas ocasiões pelo instrutor do processo, Francisco João Leite José, mas não compareceu às diligências. Fontes ligadas ao processo indicam que Cumbi Júnior estaria a beneficiar de protecção política, alegadamente associada a Norberto Garcia, figura pública que já foi citada em outras polémicas mediáticas. Norberto Garcia, no entanto, rejeita qualquer envolvimento em esquemas de burla ou irregularidades financeiras.

A investigação inclui ainda referências a um outro episódio ocorrido em outubro de 2022, quando, a pedido de Alfredo Cumbi, a empresa JECOL emitiu uma factura no valor de 59.878.500 kwanzas para fornecimento de bens ao Governo Provincial da Lunda-Norte. Conforme acordos verbais, a empresa CUMBI SIK utilizaria a conta bancária da JECOL para receber os valores, comprometendo-se a pagar comissões e encargos fiscais.

No entanto, registos bancários indicam que, em novembro de 2022, foram depositados na conta da JECOL valores superiores a 46 milhões de kwanzas, seguidos de um novo depósito de 29,7 milhões, sem que tivessem sido regularizados os impostos e comissões previamente acordados. A situação agravou-se quando o banco procedeu à dedução de 7,2 milhões de kwanzas da conta, alegadamente para cobrir incumprimentos relacionados com um crédito pessoal do empresário Jelson de Oliveira.

Em declarações, Alfredo Stélvio Neto Cumbi rejeitou todas as acusações, classificando o caso como uma campanha de difamação. O arguido afirmou que o processo em causa já foi analisado pelas autoridades judiciais e arquivado, após a devolução de 21.350.000 kwanzas, contrariando a versão de que estariam em falta mais de 30 milhões.

Cumbi Júnior acrescentou ainda que existe um processo judicial por difamação movido contra o empresário Jelson de Oliveira, referindo que este se encontra em parte incerta e que estaria a ser procurado pelas autoridades.

O caso continua a suscitar atenção pública, enquanto se aguarda um esclarecimento definitivo por parte das instâncias judiciais competentes.

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