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Trump avalia resposta militar ao Irão e anuncia sanções económicas

by Marcelino Gimbi

Washington – O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado sobre diversas opções para uma eventual resposta militar contra o Irão, na sequência da repressão violenta de protestos antigovernamentais que já provocaram centenas de mortos. Apesar disso, a Casa Branca indica que, para já, o chefe de Estado norte-americano está a adiar qualquer decisão, enquanto analisa mensagens recentes enviadas por responsáveis iranianos.

Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, Trump está a considerar comunicações recebidas de Teerão, que contrastam com o discurso público do regime iraniano. Ainda assim, a porta-voz sublinhou que o Presidente não hesitará em recorrer a opções militares caso entenda que a situação o justifica.

A administração norte-americana tem alertado que o uso de força letal contra manifestantes representa uma “linha vermelha” e admite que o Irão está a aproximar-se desse limite. Fontes da comunicação social dos EUA avançam que o Pentágono já discutiu cenários que incluem ataques com mísseis de longo alcance, operações cibernéticas e acções de pressão psicológica.

Paralelamente, Trump anunciou novas medidas económicas contra Teerão. Através das redes sociais, o Presidente revelou a imposição imediata de uma tarifa de 25% sobre todos os países que mantenham relações comerciais com o Irão e que negoceiem com os Estados Unidos. A decisão representa a primeira sanção directa da sua administração relacionada com a actual vaga de repressão no país persa.

Entre os países com relações económicas significativas com o Irão estão a China, os Emirados Árabes Unidos, a Turquia, o Brasil e a Rússia. A Casa Branca não avançou, até ao momento, detalhes adicionais sobre a aplicação prática destas tarifas.

No plano diplomático, Karoline Leavitt confirmou que o enviado especial de Trump, Steve Witkoff, deverá desempenhar um papel central em eventuais contactos com Teerão. Entretanto, o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e responsáveis do Conselho de Segurança Nacional começaram a reunir-se para preparar um conjunto de opções, que vão desde iniciativas diplomáticas até respostas militares, a apresentar ao Presidente nos próximos dias.

As notícias sobre possíveis conversações entre Washington e Teerão surgiram no domingo, quando Trump admitiu que uma reunião estava a ser preparada, embora tenha alertado que os Estados Unidos poderão agir antes desse encontro, caso a situação no terreno se agrave.

Os protestos no Irão, considerados os maiores dos últimos anos, tiveram origem no colapso da moeda nacional e evoluíram para uma contestação mais ampla ao regime liderado pelo ayatollah Ali Khamenei. Segundo organizações de defesa dos direitos humanos, já morreram mais de 500 pessoas e cerca de 10.700 manifestantes foram detidos.

Perante a pressão internacional, responsáveis iranianos avisaram que forças militares dos Estados Unidos e de Israel poderão tornar-se “alvos legítimos” caso Washington avance com uma intervenção armada. Ao mesmo tempo, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou que o país está aberto ao diálogo, mas garantiu que o Irão permanece preparado para um eventual conflito.

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