As camponeses da empresa Konda Marta, denunciaram na tarde de segunda-feira, 08.09.2025, em conferência de imprensa, o desrespeito e autêntica violação protagonizada pelos efectivos da Polícia Nacional de Angola, sobre a sentença da 3ª secção da sala do cível do tribunal da comarca de Luanda (TCL), que no dia 18 de Agosto, determinou a restituição provisória da posse de um terreno (prédio rústico) 60 hectares, localizado no município da Camama.
By: Victor Kavinda
A empresa Konda Marta, que venha desde 2016 a travar uma grande luta de invasão perpetrada por figuras ligadas ao Executivo, generais das Forças Armadas Angolanas e da Polícia Nacional de Angola que a todo custo usam e abudam do poder sem temor as vidas das anciãs que vivem ao relento naquela circo inscrição.
O presidente do conselho de administração da empresa Konda Marta, Daniel Afonso Neto, revelou em a imprensa, que os seguranças pertencem à empresa A.F. Somboca – Prestação de Serviços, Lda e terão afirmado que não iriam entregar o terreno à Konda Marta porque estão a cumprir ordem doa seus superiores.
O também oficial das Forças Armadas, disse que, embora a polícia tenha tentado afastar o nome do comandante-geral de eventuais ligações ao caso, os seguranças estão a deixar claro que apenas vão abandonar o local por via de uma comunicação oficial do Comando Geral da Polícia Nacional de Angola.
De acordo com o responsável, os efectivos privados da A.F. Somboca contam com o apoio de militares da Região Militar de Luanda (RML).
“O tenente-general Rui Ferreira, ex-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, é apontado por Daniel Neto, como um dos interessados nos terrenos, alegando que já terá construído um condomínio no espaço em litígio com recursos à força”
O Tribunal de comarca de Luanda, procedeu, no dia 18 de Agosto de 2025 a restituição da posse de terra à empresa Konda Marta.

