Luanda – O Banco Keve assegurou que já havia implementado reformas internas e alinhado os seus processos às exigências internacionais de prevenção ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo (AML/CFT), antes de ser sancionado pelo Banco Nacional de Angola (BNA) por alegadas falhas ocorridas entre 2021 e 2022.
Num comunicado enviado a DI, a instituição explicou que a atual administração, empossada em 2022, promoveu mudanças estruturais, incluindo o reforço da área de compliance com a contratação de um profissional sénior, a adoção de tecnologia de monitorização em tempo real e a revisão das políticas internas relacionadas à AML/CFT.
O banco acrescenta que, de forma preventiva, proibiu operações de risco, reformulou processos de análise de clientes e intensificou o reporte de operações suspeitas à Unidade de Informação Financeira (UIF). Também foi implementado um programa de formação contínua para os colaboradores.
De acordo com a nota, estas medidas foram introduzidas de forma voluntária e evidenciam o compromisso da instituição com as melhores práticas internacionais e a conformidade regulatória.

