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Porto do Lobito assinala dia internacional contra a corrupção com apelo reforçado à ética e à responsabilidade pública

by Marcelino Gimbi

O Porto do Lobito assinalou hoje, 9 de Dezembro, o Dia Internacional Contra a Corrução com uma palestra dedicada ao tema “A percepção popular e o combate à corrupção em África”, reafirmando o compromisso da instituição com a integridade, a transparência e a adopção de melhores práticas na Administração Pública.

By: Victor Kavinda

O acto, realizado na Casa do Pessoal, reuniu mais de 50 trabalhadores, entre Directores, Assessores e técnicos, numa sessão conduzida pelo docente universitário Victorino Chivela Roque, convidado principal da iniciativa promovida pelo Comité de Ética do Porto do Lobito.

Na abertura, o Administrador Executivo para os Recursos Humanos e PCA em exercício, Romão de Andrade, reforçou a importância de promover uma cultura institucional assente na transparência.

“Combater a corrupção é, antes de mais, um acto de honra profissional. Não é apenas uma obrigação legal — é uma demonstração de carácter, de orgulho no serviço público que prestamos”, afirmou. Acrescentou ainda que “cada atitude íntegra, por menor que pareça, fortalece o Porto do Lobito e protege o futuro da instituição”.

O gestor salientou também a necessidade de perseverar na formação ética: “Se queremos organizações fortes, precisamos de servidores públicos esclarecidos e formados. A ética não se improvisa; constrói-se com conhecimento e com o compromisso de não pactuar com práticas que fragilizam o Estado”.

Em representação da Presidente do Comité de Ética, Ana Quinene Filipe, o vice-presidente Henrique Pascoal alertou para as consequências sociais e institucionais do fenómeno. “A corrupção mina as bases de qualquer democracia. Abala a confiança dos cidadãos, destrói valores e compromete o desenvolvimento sustentável. Quando uma instituição falha na ética, todo o país perde”, disse. Reforçou ainda que o combate exige coragem colectiva: “Ninguém vence este desafio sozinho. A luta contra a corrupção só é eficaz quando cada trabalhador decide ser parte da solução”.

Durante a sua intervenção, o orador convidado Victorino Chivela Roque apresentou reflexões sobre o impacto global e africano do fenómeno. “A corrupção atrapalha o alcance dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e corrói o Estado de Direito. Onde ela prospera, a justiça enfraquece, os direitos humanos são violados e o crime organizado encontra terreno fértil”, destacou.

O académico sublinhou que a informação e a participação pública são essenciais:

“Quanto mais esclarecida estiver a população, menor será o espaço para práticas ilícitas. A transparência é a melhor arma que as sociedades têm para se proteger da corrupção”.

A palestra terminou com o apelo a uma cultura organizacional baseada na integridade, no rigor, na denúncia responsável e na defesa intransigente do interesse público.

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