Chega ao fim o manto de impunidade que protegia um dos maiores corruptos do sistema judicial angolano.
O indivíduo em questão, com fortunas escondidas em Portugal, incluindo imóveis em Cascais e Coimbra, utilizou o seu cargo no Supremo Tribunal como escudo contra a justiça e contra o povo.
Acusações graves
Nota importante: Recebimento de grandes quantias em “cash”, cujas provas serão reveladas após segunda-feira.
Funcionários internos celebram a saída do corrupto juiz, apontado como figura de bloqueio à transparência.
Foi denunciado pelo povo de Benguela, que clamava por justiça, e hoje vê o resultado do seu grito.
Promoveu familiares, primos e cunhada, fora dos prazos e critérios legais, em clara violação da lei e da moral pública.
É acusado de mandar assassinar o próprio escolta no Zango, um crime que até hoje ecoa sem resposta.
Ligado a HC e ao seu grupo, de quem era assalariado e cúmplice.
Reação pública
O comentador Joaquim Jaime, ligado à Rádio Despertar e conhecido por “comentar tudo, alho e cebola”, terá agora de comentar também a queda do seu “patrão”.
Este caso mostra como a corrupção dentro da justiça mina a confiança do povo e transforma tribunais em esconderijos de criminosos engravatados.
O país precisa de exemplos concretos de punição, para que nenhum juiz, político ou general se sinta acima da lei.
ATENÇÃO: O povo exige investigação séria, julgamento justo e condenação exemplar.

