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Prisões anárquicas e abuso de poder, sofrem as camposnesas da Konda Marta

by Marcelino Gimbi

São várias as camposnesas da empresa Konda Marta, que contestam à má actitude dos efectivos da Polícia Nacional afecto ao comando da Camama que usam o poder da farda para prenderem cidadãos indefesos, as referidas camponesas pedem as pessoas de direito a exoneração de Alexandre Mingas. 

By: Kaquarta Quiambata e club k

A senhora Mimosa Kamongo, funcionária da sociedade Konda Marta, uma das vítimas das detenções anárquica, que falou em conferência de imprensa, frisou, que a sua detenção ela foi totalmente castigada psicológicamente onde prevaleceu por cinco dias dentro de uma cela isolada, sem comida e água para beber, testá actitude, deixou funcionário da PGR daquela unidade super furioso qtue de imediato ordenou que levassem a detida para o tribunal, que horas depois foi emitida a soltura para a cidadã e camponesa da sociedade Konda Marta sem ser ouvida. Lamenta.

“Fui notificada dentro do tribunal e sabemos que um cidadão que cometeu algum crime fora do flagrante delito, deve ser notificado, mas aqui não acontece isso, primeiro te prendem passas fome e cede, no final te entregam a notificação”.

Os camponeses da empresa Konda Marta, aconselham o comandante municipal da Camama, Alexandre Mingas, para que deixa de cometer erros que ferem a Deus e aos homens

Para o Funcionários da Konda Marta, José Eduardo, que falou em nome dos seus colegas detidos, dizendo, que os efectivos da Polícia Nacional agiram de má-gé e sob a orientação superior do comandante municipal da Camama Alexandre Mingas, usando do “abuso do poder” e pedem ao número um da Polícia daquela municipalidade a ter mais calma, pois entende que a “missão da corporação não é estar envolvida em conflito de terrenos mas colocando a ordem e a tranquilidade à todos os cidadãos nacionais e não só.

José Eduardo contou que a detenção aconteceu, quando os funcionários e camponeses da Konda Marta tentaram impedir a presença de um grupo de cidadãos, incluindo chineses, sob escolta de agentes da polícia no terreno, cuja posse foi restituída em Agosto deste ano, pelo Tribunal da Comarca de Luanda (TCL).

“Ao tentar procurar os motivos da sua presença no espaço, foi o suficiente para partirem com agressão por cima de nós”, descreveu Eduardo, acrescentando que “fomos amarrados, torturados e levados para as celas, onde ficamos 14 dias, sem ser ouvidos até altura em que fomos libertados”.

O PCA da agremiação de camponesas, Daniel Neto, reitera que empresa “Konda Marta” é proprietária legítima do terreno e não invasor

O responsável da “Konda Marta”, Daniel Afonso Neto refutou, em conferência, às “insinuações” do advogado Mambanza Kambaka, que recentemente acusou a sua agremiação de ser invasora dos terrenos em disputa no município da Camama, em Luanda.

Segundo o também tenente-coronel das FAA, são alegações que têm por finalidade “manchar” a imagem, o bom nome e a reputação da empresa Konda Marta, tendo sublinhado que os invasores “são os oficiais superiores da Polícia Nacional e das Forças Armadas Angolanas, em conluio com alguns antigos governantes e dirigentes do MPLA, que tudo têm feito para se apoderar dos terrenos, mesmo com uma decisão favorável de um órgão de soberania.

“Nós não vendemos terrenos, se vocês forem no Diário da República, uma das actividades da Konda Marta é cedência e loteamento de terrenos”, esclareceu o responsável.

A Konda Marta foi recentemente envolvida em um processo judicial, após o tribunal de comarca de Luanda ordenar o levantamento da providência cautelar que restituía a posse provisória a favor da empresa. O Advogado Mabanza Kambaka alegou que a decisão do tribunal se deve à não solicitação da restituição definitiva no prazo estipulado por lei.

No entanto, Daniel Neto fez saber que depois da restituição provisória, a empresa Konda Marta deu entrada na 1ª Secção do Tribunal da Comarca de Luanda (TCL) da “Acção Pincipal”, mas infelizmente foram surpreendidos com o documento do levantamento da providência cautelar.

Daniel Neto fez saber que a juíza que procedeu ao levantamento da providência cautelar “sofreu ameaças e assaltos em sua residência”, daí a razão de ter agido contra a Lei e sua consciência, temendo a sua vida.

Sobre a suposta recruta de camponesas para assumirem a titularidade do espaço, Daniel Neto negou as acusações e afirmou que a empresa é a única organização que acolhe camponesas e não são recrutadas. Ele também acusou o SIC de o ter detido com o objectivo de silenciá-lo.

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