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Que berração: Governo angolano recorre a Cuba para “importar” docentes  universitários para instituições públicas – Contratos valem 35 milhões euro

O Estado angolano vai contratar especialistas de nacionalidade cubana para prestar serviço docente nas instituições públicas de Ensino Superior, no âmbito do acordo de cooperação entre os dois governos no domínio da formação de quadros.

Para tal, o Presidente da República autoriza a despesa e formaliza a abertura do procedimento de contratação simplificada, pelo critério material, para adjudicação de dois contratos no valor global de perto de 35 milhões de euros.

O primeiro contrato é para especialistas nas áreas das Ciências, Engenharia e Tecnologias, no valor global de 15,4 milhões de euros; o

Segundo é para especialistas nas áreas da Medicina e das Ciências da Saúde, no valor global de 19,5 milhões de euros.

Isto acontece depois de o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação ter proibido a Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto (FMUAN) de receber novos estudantes durante os próximos dois anos lectivos por não ter o indicador desejado no que concerne à qualidade de ensino.

Como o Novo Jornal avançou a 19 de Março, a decisão foi tomada após uma avaliação externa do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI).

Segundo o MESCTIC, o mesmo procedimento na FMUAN será extensivo aos cursos de medicina e ciências da saúde reprovados a 15 de Março, após avaliação externa e têm que se conformar à lei.

Com NJ