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Angola: Líder da Comissão do Golfo da Guiné admite existir pirataria na região

O líder da Comissão do Golfo da Guiné admite que os mares da costa ocidental de África estão vulneráveis à pirataria, ao tráfico de droga, à pesca ilegal e aos assaltos à mão armada, devido à fraca vigilância marítima da região. José Mba Abeso apontou o Senegal, Cabo Verde, a Guine Bissau e a Nigéria, como sendo os países que estão, supostamente, expostos ao fenómeno, por isso, propõe a adopção de medidas mais eficazes para contrapor casos de contrabando no mar.

Fonte: rfi

O secretário executivo da Comissão do Golfe da Guiné, José Mba Abeso, quer que os Estados-membros reforcem a segurança marítima, para travar a pirataria, o tráfico de droga e os assaltos à mão armada, uma vez que 90% da importação de mercadorias é feita pelo mar.

O diplomata reconhece que a fiscalização dos mares da região não é uma tarefa fácil, por causa da diversidade de países que compõem a organização.

O controlo marítimo é muito importante para os nossos Estados, para ter olhos para o que acontece no mar. O mar possui petróleo, o mar tem peixe. O mar é onde exportamos e importamos 90% de mercadorias. O Golfo da Guiné é um lugar muito comprido que tem diferentes diversidades

Disse o político equato-guineense, José Mba Abeso, para quem a Nigéria, Guiné-Bissau, Cabo verde e Senegal são os países, cujos mares estão alegadamente expostos ao tráfico de droga, à pirataria e à pesca ilegal,

Para o diplomata equato-guineense, a prática está a ganhar contornos alarmantes, reiterando a necessidade de os países membros adoptarem medidas de vigilância marítima mais eficazes para combater o fenómeno.

No Senegal, Cabo Verde, Guiné-Bissau, ali fazem pesca ilegal e venda de drogas, quando baixamos para a zona da Nigéria, tudo isso tem muita pirataria. Em Angola há pouca pirataria, por isso, quero que todos os países, de Angola até ao Senegal, assumam a sua responsabilidade de vigilância. Os organismos Internacionais estão aqui também para ajudar

Advertiu o secretário executivo da Comissão do Golfo da Guiné, José Mba Abeso.

José Mba Abeso teceu essas considerações à margem do workshop “Sobre segurança dos interesses vitais do mar nas águas continentais partilhadas”, realizado esta semana, em Angola, pela Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e o Secretariado Executivo da Comissão do Golfo da Guiné.