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Segundo a Africanews, foi durante a recente visita do político ao seu país desde que deixou o poder há dois anos que o actual presidente do Senegal admitiu o apoio, tendo oficializado esta segunda-feira a decisão, depois de se recusar a fazé-lo com a justificação de que durante o seu consulado, Macky Sall o país registou repressão política e ocultação

