SLOT GACOR
Início » News » UNITA critica atraso político de África e exige mudanças profundas na governação continental

UNITA critica atraso político de África e exige mudanças profundas na governação continental

Partido defende reforma urgente da União Africana, combate à corrupção e aposta estratégica na educação e no emprego para travar pobreza e instabilidade

by ETHO NKUNGA

LUANDA )27/05/2026)  – A UNITA considerou que África continua refém de crises políticas, fragilidade institucional, corrupção estrutural e modelos de governação incapazes de responder às necessidades das populações, defendendo reformas profundas na União Africana e nos sistemas políticos do continente para inverter o actual cenário de pobreza, desemprego e exclusão social.

Segundo o apuro do O Secreto, a posição foi tornada pública através de uma declaração do Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, divulgada por ocasião do Dia de África, assinalado a 25 de Maio. Na mensagem, o partido reafirma o seu compromisso com os princípios da liberdade, democracia, justiça social, paz e dignidade humana.

Na análise apresentada, a UNITA afirma que o continente africano continua a viver um paradoxo marcado pela abundância de recursos naturais e, simultaneamente, pela persistência da pobreza extrema e da instabilidade política em vários países. O partido entende que muitos dos problemas actuais resultam da debilidade das instituições públicas, da corrupção sistémica e da ausência de políticas orientadas para o interesse colectivo.

A organização política sublinha que os conflitos armados, os golpes militares e constitucionais, o desemprego juvenil e as desigualdades sociais continuam a comprometer o desenvolvimento sustentável de África, criando um ambiente de insegurança económica e social que afecta milhões de cidadãos.

A UNITA disse igualmente que o continente necessita de uma nova visão política e estratégica, baseada no reforço do Estado de Direito, na transparência da gestão pública e no respeito efectivo pelos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos. O partido considera que sem instituições fortes e independentes será difícil construir economias estáveis e sociedades mais equilibradas.

Por outro lado, a formação política defende que os governos africanos devem priorizar investimentos estruturantes na educação, ciência, inovação tecnológica, saúde pública e criação de emprego digno. A organização adianta que o desenvolvimento de África não pode continuar dependente exclusivamente da exportação de matérias-primas, sem transformação económica interna e sem benefícios reais para as populações.

Na declaração, a UNITA manifesta preocupação com a posição periférica do continente nos grandes centros de decisão internacional e defende uma reforma urgente da União Africana. O partido entende que a organização continental deve assumir um papel mais activo na promoção da democracia, da integração económica e da estabilidade política entre os Estados-membros.

A nota destaca ainda a necessidade de surgirem lideranças comprometidas com os interesses dos povos africanos e não subordinadas a interesses pessoais ou de grupos restritos. Para a UNITA, o futuro do continente depende da capacidade dos dirigentes africanos em romper com práticas de governação marcadas pelo autoritarismo, pela concentração excessiva de poder e pela falta de prestação de contas.

Por tanto, o partido considera que chegou o momento de transformar os recursos naturais de África em prosperidade efectiva e desenvolvimento humano, defendendo a concretização dos ideais históricos do pan-africanismo através de políticas capazes de garantir dignidade, estabilidade e oportunidades para as futuras gerações africanas.

related posts

Leave a Comment

spaceman slot
bonus new member
server jepang
Mahjong
thailand slot
slot 777
slot depo 10k
server jepang
slot gacor