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Compra de viaturas para a Polícia Nacional gera dúvidas sobre transparência do processo

by Marcelino Gimbi

Luanda – Um processo de aquisição de viaturas destinadas à Polícia Nacional está a levantar questionamentos quanto à transparência e aos procedimentos adoptados, envolvendo uma alta patente do Comando Geral da corporação ligada à área de Planeamento e Finanças.

Informações avançadas por fontes citadas pelo Club-K apontam suspeitas de irregularidades que recaem sobre o comissário Gomes Baptista Bonda, director nacional de Finanças do Comando Geral da Polícia Nacional, bem como sobre a empresa AZINOR, gerida por cidadãos de origem indiana.

Segundo as mesmas fontes, numa fase inicial, o negócio em causa ronda os 30 milhões de euros, inseridos num pacote financeiro mais amplo de cerca de 150 milhões de euros obtidos por Angola, em 2023, através de um crédito bancário externo. Este financiamento teria como finalidade a aquisição de viaturas, fardamento e outros equipamentos para reforçar a capacidade operacional da Polícia Nacional.

As denúncias indicam que o processo terá decorrido sem a realização de um concurso público, o que levanta dúvidas quanto ao cumprimento das normas legais em vigor. O fornecimento das viaturas terá sido feito por meio de um mecanismo semelhante ao ajuste directo, envolvendo a empresa AZINOR e a Direcção de Finanças da Polícia Nacional.

As viaturas adquiridas, da marca Toyota Land Cruiser, em várias versões — incluindo modelos de gama elevada —, destinam-se tanto ao patrulhamento policial como ao uso institucional de directores nacionais, comandantes provinciais e delegados da corporação em diferentes pontos do país.

Apesar das acusações e dos comentários que circulam internamente sobre o alegado envolvimento do comissário Gomes Baptista Bonda em processos de fornecimento de bens e serviços, o responsável continua a exercer funções. Em finais de 2024, manteve-se no cargo após uma série de exonerações determinadas pelo Presidente da República, João Lourenço, que resultaram no afastamento de outros quadros do sector.

Até ao momento, não é conhecido qualquer pronunciamento oficial das autoridades sobre as alegações nem a abertura de um inquérito público para apurar eventuais responsabilidades.

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