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Morre Brigitte Bardot, ícone do cinema francês, aos 91 anos

by Marcelino Gimbi

A atriz francesa Brigitte Bardot, uma das figuras mais marcantes da história do cinema europeu, morreu este domingo aos 91 anos. A notícia foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot, que expressou “enorme tristeza” ao anunciar a morte da sua fundadora. A artista faleceu durante a manhã na sua residência em La Madrague, em Saint-Tropez, no sul de França.

Bardot tornou-se mundialmente conhecida após protagonizar o filme E Deus criou a mulher (1956), obra que revolucionou o cinema francês e projetou a jovem estrela para o estatuto de fenómeno internacional. A produção foi alvo de censura em vários países pela ousadia e pela abordagem aberta à sexualidade, consolidando Bardot como símbolo de emancipação feminina e uma das primeiras grandes figuras da nouvelle vague.

Ao longo de pouco mais de duas décadas, participou em 47 filmes e deixou igualmente marca na música, destacando-se a parceria com Serge Gainsbourg, que resultou em temas emblemáticos como Bonnie & Clyde e Comic Strip.

Nascida em Paris a 28 de setembro de 1934, Brigitte Bardot iniciou-se nas artes desde cedo, estudando ballet no Conservatório de Paris. Com apenas 15 anos, já figurava na capa da revista Elle, dando início a uma carreira pública que rapidamente se expandiria para o cinema. O sucesso internacional chegou em 1956, transformando BB — como ficou conhecida mundialmente — num dos maiores ícones do século XX.

Entre os filmes mais marcantes da sua carreira contam-se A Verdade (1962), de Henri-Georges Clouzot, O Desprezo (1963), de Jean-Luc Godard, e Viva Maria! (1965), de Louis Malle. Simultaneamente, influenciou intelectuais e artistas, tendo Simone de Beauvoir descrito Bardot como uma figura que redefiniu a imagem da mulher moderna.

Aos 39 anos, no auge da fama, retirou-se do cinema, desgastada pela exposição pública. A partir de 1973, dedicou-se inteiramente à causa animal, tornando-se vegetariana e criando em 1986 a Fundação Brigitte Bardot, que continua ativa na defesa do bem-estar animal em várias frentes.

A sua vida pessoal foi marcada por relações conturbadas, quatro casamentos, um filho e episódios de grande fragilidade emocional. Nos últimos anos, também enfrentou polémicas devido a declarações políticas controversas.

Brigitte Bardot deixa um legado incontornável para a história do cinema e da cultura contemporânea, lembrada não apenas como atriz, mas como ícone de liberdade, feminilidade e transformação social.

A atriz francesa Brigitte Bardot, uma das figuras mais marcantes da história do cinema europeu, morreu este domingo aos 91 anos. A notícia foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot, que expressou “enorme tristeza” ao anunciar a morte da sua fundadora. A artista faleceu durante a manhã na sua residência em La Madrague, em Saint-Tropez, no sul de França.

Bardot tornou-se mundialmente conhecida após protagonizar o filme E Deus criou a mulher (1956), obra que revolucionou o cinema francês e projetou a jovem estrela para o estatuto de fenómeno internacional. A produção foi alvo de censura em vários países pela ousadia e pela abordagem aberta à sexualidade, consolidando Bardot como símbolo de emancipação feminina e uma das primeiras grandes figuras da nouvelle vague.

Ao longo de pouco mais de duas décadas, participou em 47 filmes e deixou igualmente marca na música, destacando-se a parceria com Serge Gainsbourg, que resultou em temas emblemáticos como Bonnie & Clyde e Comic Strip.

Nascida em Paris a 28 de setembro de 1934, Brigitte Bardot iniciou-se nas artes desde cedo, estudando ballet no Conservatório de Paris. Com apenas 15 anos, já figurava na capa da revista Elle, dando início a uma carreira pública que rapidamente se expandiria para o cinema. O sucesso internacional chegou em 1956, transformando BB — como ficou conhecida mundialmente — num dos maiores ícones do século XX.

Entre os filmes mais marcantes da sua carreira contam-se A Verdade (1962), de Henri-Georges Clouzot, O Desprezo (1963), de Jean-Luc Godard, e Viva Maria! (1965), de Louis Malle. Simultaneamente, influenciou intelectuais e artistas, tendo Simone de Beauvoir descrito Bardot como uma figura que redefiniu a imagem da mulher moderna.

Aos 39 anos, no auge da fama, retirou-se do cinema, desgastada pela exposição pública. A partir de 1973, dedicou-se inteiramente à causa animal, tornando-se vegetariana e criando em 1986 a Fundação Brigitte Bardot, que continua ativa na defesa do bem-estar animal em várias frentes.

A sua vida pessoal foi marcada por relações conturbadas, quatro casamentos, um filho e episódios de grande fragilidade emocional. Nos últimos anos, também enfrentou polémicas devido a declarações políticas controversas.

Brigitte Bardot deixa um legado incontornável para a história do cinema e da cultura contemporânea, lembrada não apenas como atriz, mas como ícone de liberdade, feminilidade e transformação social.

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