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João Lourenço defende implementação da solução de dois Estados para o conflito israelo-palestiniano

by Marcelino Gimbi

Nova Iorque – O Presidente da República de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, defendeu esta segunda-feira, em Nova Iorque, a implementação urgente da solução de dois Estados como único caminho viável para pôr fim ao conflito israelo-palestiniano e garantir uma paz duradoura no Médio Oriente.

Ao intervir na Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina, o Chefe de Estado angolano destacou que a recente Declaração Política de Nova Iorque, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, confirma o consenso internacional crescente sobre a necessidade de encerrar a guerra em Gaza e avançar para a criação do Estado da Palestina.

“Este conflito, que dura há décadas, não se resolverá pelo recurso às armas, mas sim através do diálogo que permita a coexistência pacífica entre os dois povos”, afirmou João Lourenço, sublinhando que a União Africana e Angola defendem que Jerusalém Oriental deve ser a capital de um Estado palestiniano soberano e independente.

O estadista angolano expressou “profunda preocupação” com a situação humanitária na Faixa de Gaza, denunciando a fome e as condições sub-humanas em que vivem milhões de pessoas, sobretudo crianças. Reiterou ainda a condenação ao terrorismo em todas as suas formas, exigindo a libertação imediata dos reféns em Israel, mas também criticou a “resposta desproporcional” de Telavive, que tem vitimado civis, jornalistas, profissionais de saúde e trabalhadores humanitários.

João Lourenço repudiou igualmente a “instrumentalização da ajuda humanitária como arma de guerra” e condenou os ataques seletivos de Israel noutros países da região, considerando que estes apenas contribuem para o aumento da tensão e instabilidade no Médio Oriente.

Recordando que Angola reconheceu formalmente o Estado da Palestina em 1988, o Presidente angolano saudou os países que recentemente seguiram o mesmo caminho, reforçando a convicção de que o povo palestiniano tem direito a um Estado próprio, membro de pleno direito das Nações Unidas, vivendo em paz e cooperação com Israel.

“O fim deste conflito de várias décadas será um contributo inquestionável para a segurança mundial”, concluiu João Lourenço.

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