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João Lourenço defende mais cooperação, paz e justiça global em jantar oferecido por Marcelo Rebelo de Sousa

by Marcelino Gimbi

Lisboa –O Presidente da República de Angola, João Lourenço, defendeu na noite desta quinta-feira, em Lisboa, a necessidade de aprofundar a cooperação entre Angola e Portugal e reforçar os laços históricos, culturais e económicos entre os dois países. A declaração foi feita durante um jantar oficial em sua homenagem, oferecido pelo Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa.

Acompanhado da Primeira-Dama e de uma comitiva de alto nível, João Lourenço agradeceu o convite e sublinhou a importância da visita num ano especial para Angola, que celebra em novembro o 50.º aniversário da sua independência. “Sinaliza um acontecimento de grande relevância histórica para as nossas duas nações, por termos conseguido pôr fim a uma relação de colonização, de subjugação e injustiça, e construído, ao longo de cinquenta anos, uma relação salutar de amizade”, afirmou.

Durante o encontro, o chefe de Estado angolano destacou os avanços na cooperação bilateral em áreas como política, cultura, desporto, economia e intercâmbio humano. Mencionou, com satisfação, a assinatura de 11 instrumentos jurídicos durante o dia, que visam reforçar a parceria estratégica entre os dois países, especialmente nos domínios da indústria, mineração, agropecuária, turismo, ciência e tecnologia.

No plano internacional, João Lourenço alertou para os riscos da instabilidade global, abordando a ineficácia de grandes potências no cumprimento dos princípios das Nações Unidas. Criticou a resposta desigual a conflitos mundiais e chamou a atenção para o que classificou como genocídio na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. “As crianças, mulheres, velhos e doentes mortos todos os dias pelas bombas e pela fome são parte da nossa humanidade comum”, disse.

O Presidente angolano também abordou a guerra na Ucrânia, a crise na Síria, o conflito no Sudão e a situação no leste da República Democrática do Congo, afirmando que Angola, na qualidade de país que preside atualmente a União Africana, tem promovido o diálogo e negociações para restaurar a paz em vários pontos do continente africano.

Quanto à CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), reforçou a importância da promoção do português como língua oficial de trabalho nas Nações Unidas e outras organizações internacionais, e defendeu o princípio da rotatividade na presidência da organização.

No final do discurso, João Lourenço anunciou que Portugal será representado nas cerimónias dos 50 anos da independência de Angola, a realizar-se em novembro, convidando oficialmente Marcelo Rebelo de Sousa a marcar presença nas celebrações em Luanda.

“Proponho que brindemos ao reforço da amizade e da cooperação entre Angola e Portugal”, concluiu, erguendo simbolicamente a taça, sob aplausos dos presentes.

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